Embora escrita no século XVI, numa era em que a sociedade ainda galgava para o desenvolvimento dos diversos setores da atividade humana, bem como o desenvolvimento do pensamento do homem, mentes brilhantes como a do eterno Shakespeare (autor da afirmação acima), foram capazes de sintetizar perfeitamente o que representa a existência humana.
Não entrando no campo da religião, mas há de se convir, que não existimos por acaso. Todos temos uma missão específica no que se refere a profissão, as pessoas com quem nos relacionamos por exemplo, e talvez devido a isso, que sejamos diferentes tanto fisico, como psicologicamente.
Abrindo um parágrafo maior para explicar a questão da "missão" que cada um de nós temos, quero me referi ao nosso dom, habilidades naturais. O que de maneira nenhuma tem haver com resignação, ou seja, aceitação daquilo que parece ser óbvio.
Voltando a análise da citação shakesperiana, por meio de metáforas, o poeta e dramaturgo inglês, afirma que no desenrolar da apresentação da vida, nós somos os atores que interpretam essa peça "e nada mais".
O que confirma que são nossas atitudes, impostação, interpretação e escolhas "no palco da vida" que norteam nosso destino.
Baseado em: Peça de William Shakespeare
Oficina de teatro em 16/03/2010, orientadora atriz Maria Padilha


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